História da Associação Portuguesa de Rope Skipping

Em Portugal as primeiras referências ao Rope Skipping remontam ao ano de 2002 numa formação efetuada por um grupo alemão, de Kaiserlaunter (Skip Jump Europe), na cidade de Guimarães, na qual estiveram presentes alguns dos elementos que fundaram a Associação Portuguesa de Rope Skipping (APRS).

 

Desde essa altura, estes e outros elementos que a eles se juntaram, promoveram a modalidade através da Formação de Professores (Formações creditadas pelo Conselho Científico Pedagógico de Formação Contínua); criação de grupos de demonstração e aplicação da modalidade em grupos escolares. Promoveram ainda algumas competições entre os praticantes, que iam crescendo em quantidade e qualidade.

 

Em 2004, o professor Nuno Dias, um dos fundadores da APRS, lançou em co-autoria com o professor Fernando Santos, o primeiro manual editado em Portugal e em português, dedicado ao Rope Skipping.

 

Em finais de 2008, aquando da criação por parte da Federação de Ginástica de Portugal (FGP) de um programa dedicado à modalidade, realizaram-se as primeiras competições nacionais. 

 

Em 2011, quase uma década depois dos primeiros trabalhos conhecidos e documentados, dedicados à modalidade no nosso país, houve a necessidade de uniformizar conceitos e procedimentos para um melhor e mais rápido desenvolvimento da modalidade. O projeto da Associação Portuguesa de Rope Skipping surgiu como programa exclusivamente destinado à modalidade, que pretendeu acolher todos os atletas quer pertencessem ou não a um clube, facilitando as condições de filiação e de participação nas provas. A APRS pretendeu ser um núcleo aglutinador de todos os interessados, para juntos, poderem, efetivamente, desenvolver a modalidade segundo os parâmetros desportivos nacionais, respeitando as regras estipuladas pelos organismos internacionais que tutelam a modalidade.

 

Em finais de 2011, foram selecionados os primeiros atletas para representar Portugal numa competição internacional de Rope Skipping. Foi no Internacional Double Dutch Championships, em Paris.

 

Em 2012, foi organizado o European Masters and Youth Tournament, a primeira competição internacional de Rope Skipping em Portugal que decorreu na cidade de Guimarães. Foi neste evento que Portugal conquistou as primeiras medalhas, com destaque para a prova de Triplos Consecutivos, ganha pelo atleta nacional Carlos Freitas (Pik@), no escalão máximo da modalidade: Masters. Foi ainda um torneio que consagrou o jovem atleta Fernando Gabriel Ferreira, como vice campeão europeu no escalão YOUTH, através da vitória na prova de 3 minutos e do terceiro lugar alcançado nas provas de 30 segundos e freestyle.

 

Em 2013, no European Championships, que decorreu em Aalborg (Dinamarca), Portugal conquistou um segundo titulo europeu numa prova do escalão máximo (Masters), através do atleta Fernando Gabriel Ferreira, na prova de 30 segundos. Este mesmo atleta alcançou ainda o terceiro lugar na prova de 3 minutos.  Tambem no escalão YOUTH, os atletas portugueses alcançaram uma medalha coletiva na prova de Double Dutch Speed, com os 4 atletas: João Rodrigues; Hugo Ribeiro; Eduardo Carmelo; David Silva. O atleta David Silva foi ainda vice campeão europeu na prova de 3 minutos.

Em 2015, no campeonato mundial de clubes, organizado pela WJR e pela Federação Frencesa de Double Dutch, realizado em Paris, Portugal ultrapassou as duas dezenas de atletas em participação numa prova internacional. Conquistou vários titulos individuais e coletivos. Ainda no ano de 2015, uma equipa masculina no escalão masters, participou no campeonato europeu, realizado na Alemanha, conquistando o 3.ºlugar na classificação geral através da vitória em 2 das 6 provas realizadas. Numa delas (SR speed relay 4x30seg) registou um novo record europeu para o escalão:350 saltos.

 

CONTINUA...

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